O Empreendedor Individual (EI) é uma inovação no sistema tributário para que milhões de brasileiros formalizem os seus negócios.
A nova faixa de enquadramento do Simples Nacional legaliza os empreendedores individuais que faturam até R$ 36 mil por ano e que possuam, no máximo, um empregado.
Os profissionais que aderirem ao EI pagarão imposto “zero” para o governo federal e terão alíquotas muito reduzidas para as demais contribuições. O custo máximo de formalização é de R$ 62,10 por mês.
http://www.sebrae.com.br/customizado/semana-do-empreendedor-individual
Colaborando no apoio do desenvolvimento Turismo junto á Ecologia através da Educação Ambiental, Ecoturismo, Turismo Ecológico, Turismo de Aventura e Segurança do Trabalho, valorizando os recursos naturais e culturais nas regiões turísticas do Brasil, mais precisamente nos estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso...
Ministério do Turismo Adverte:
“Turismo de Aventura compreende os movimentos turísticos decorrentes da prática de atividades de aventura de caráter recreativo e não-competitivo”. (Marcos Conceituais – Mtur)
Impactos do Ecoturismo
sábado, 16 de abril de 2011
Cuidados com a corda estática no inicio, desde compra até as atividades verticais
O primeiro cuidado que deve-se tomar com a corda inicia logo que você adquire uma nova. Praticamente todos os fabricantes enrolam a corda em torno de um eixo antes de embala-la. Assim, se você pegar uma das pontas de uma corda nova e sair puxando até desfazer a bobina, acaba causando torção indesejável à corda.
Já vi pessoas comprarem cordas e reclamarem no primeiro rapel que, apesar de nova, ela já está torcida. Normalmente isso é o resultado de erro no procedimento da abertura da bobina. É importante que uma corda nova seja desenrolada com cuidado antes do uso.
O segundo cuidado é também o Primeiro Mandamento em cuidados com esse material: nunca pise numa corda. As fibras de poliamida (nylon) que constitui a corda é material têxtil e estraga com abrasão. Grãos de areia e cascalhos podem cortar as fibras e danificar a corda. Um fragmento rochoso ou mineral que penetre no interior de uma corda pode também causar danos internos. Então você não só deve evitar de pisar, mas também de deixar em locais sujos com detritos como areia e pó. É sempre boa idéia utilizar sacos de corda ou forração de nylon para manusear a corda no chão.
O estado da corda deve ser checado periodicamente. Um dos procedimentos padrão é estica-la com tensão moderada e apalpa-la de cabo-a-rabo. Você pode segurar a corda com as pontas dos dedos e percorrer toda a extensão para detectar irregularidades na textura e no diâmetro.
A textura é um bom indicador para sentirmos a variação no estado da capa e, a variação em diâmetro ou presença de calombos e buracos internos podem indicar os danos na alma.
Além da checagem periódica do seu estado, a corda deve ser lavada sempre que estiver suja. O desgaste da corda (nylon) acontece tanto mecanicamente quanto quimicamente. Os danos mecânicos são causados por abrasão (principalmente externa, mas também interna) provocada pelo contato com a rocha e sujeiras como grãos de areia e terra. As perdas de propriedades e degradação química acontece quando o nylon entra em contato com hidrocarbonetos (derivados de petróleo), solventes, ácidos, produtos químicos e até cimento. Sempre que a corda entrar em contato com qualquer um desses produtos ela deve ser lavada com sabão neutro, bem enxaguado e seco na sombra.
Lembre-se que as cordas novas possuem um tratamento superficial com produtos que a torna mais macia e flexíve. A lavagem retira, pelo menos em parte, esses produtos deixando a corda mais áspera e dura. Assim, uma corda deve ser lavada apenas quando necessária. Ou seja, somente quando estiverem sujas ou contaminadas.
Existem disponíveis no mercado diferentes lavadores de corda (rope washers) muito práticos. Quem não tiver esse tipo de equipamento pode jatear a corda com água ou lava-las numa máquina de lavar normal com um pouco de sabão neutro.
Um outro procedimento especialmente bom para cordas muito longas é coloca-la em banho num tambor de água com um pouco de sabão neutro e agitar com um pedaço de madeira. Nesse caso a corda deve ser bem enxugada para não restar resíduo de sabão. Nunca se deve utilizar produtos que contenha cloro (p. e. Cândida) para lavagen de corda
http://www.halfdome.com.br/code_hd/index.php/informes/index/es/esca12
Já vi pessoas comprarem cordas e reclamarem no primeiro rapel que, apesar de nova, ela já está torcida. Normalmente isso é o resultado de erro no procedimento da abertura da bobina. É importante que uma corda nova seja desenrolada com cuidado antes do uso.
O segundo cuidado é também o Primeiro Mandamento em cuidados com esse material: nunca pise numa corda. As fibras de poliamida (nylon) que constitui a corda é material têxtil e estraga com abrasão. Grãos de areia e cascalhos podem cortar as fibras e danificar a corda. Um fragmento rochoso ou mineral que penetre no interior de uma corda pode também causar danos internos. Então você não só deve evitar de pisar, mas também de deixar em locais sujos com detritos como areia e pó. É sempre boa idéia utilizar sacos de corda ou forração de nylon para manusear a corda no chão.
O estado da corda deve ser checado periodicamente. Um dos procedimentos padrão é estica-la com tensão moderada e apalpa-la de cabo-a-rabo. Você pode segurar a corda com as pontas dos dedos e percorrer toda a extensão para detectar irregularidades na textura e no diâmetro.
A textura é um bom indicador para sentirmos a variação no estado da capa e, a variação em diâmetro ou presença de calombos e buracos internos podem indicar os danos na alma.
Além da checagem periódica do seu estado, a corda deve ser lavada sempre que estiver suja. O desgaste da corda (nylon) acontece tanto mecanicamente quanto quimicamente. Os danos mecânicos são causados por abrasão (principalmente externa, mas também interna) provocada pelo contato com a rocha e sujeiras como grãos de areia e terra. As perdas de propriedades e degradação química acontece quando o nylon entra em contato com hidrocarbonetos (derivados de petróleo), solventes, ácidos, produtos químicos e até cimento. Sempre que a corda entrar em contato com qualquer um desses produtos ela deve ser lavada com sabão neutro, bem enxaguado e seco na sombra.
Lembre-se que as cordas novas possuem um tratamento superficial com produtos que a torna mais macia e flexíve. A lavagem retira, pelo menos em parte, esses produtos deixando a corda mais áspera e dura. Assim, uma corda deve ser lavada apenas quando necessária. Ou seja, somente quando estiverem sujas ou contaminadas.
Existem disponíveis no mercado diferentes lavadores de corda (rope washers) muito práticos. Quem não tiver esse tipo de equipamento pode jatear a corda com água ou lava-las numa máquina de lavar normal com um pouco de sabão neutro.
Um outro procedimento especialmente bom para cordas muito longas é coloca-la em banho num tambor de água com um pouco de sabão neutro e agitar com um pedaço de madeira. Nesse caso a corda deve ser bem enxugada para não restar resíduo de sabão. Nunca se deve utilizar produtos que contenha cloro (p. e. Cândida) para lavagen de corda
http://www.halfdome.com.br/code_hd/index.php/informes/index/es/esca12
quinta-feira, 14 de abril de 2011
SALÃO DE TURISMO 2011...SÃO PAULO
SALÃO SÃO PAULO DE TURISMO
10 ANOS INOVANDO O TURISMO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DIAS 16 – 17 – 18 DE JUNHO DE 2011
Em 2011 a feira traz novidades.
10 ANOS INOVANDO O TURISMO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DIAS 16 – 17 – 18 DE JUNHO DE 2011
Em 2011 a feira traz novidades.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Algumas diretrizes para se tornar um líder em tudo que faça...
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado
O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade.
Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si.
Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes.
Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade.
Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si.
Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes.
Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
Agência de turismo é condenada a pagar mais de R$ 22,4 mil por excursão não realizada
A Dablio Viagens e Turismo foi condenada a pagar R$ 12.447,15 por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais à Associação dos Servidores do Serviço Social da Indústria – Sesi – Ceará (Assece). A entidade contratou uma excursão, mas não foi realizada. A decisão foi da juíza Ana Luiza Secco Amaral, titular da 9ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua.
Conforme o processo, a Associação contratou viagem para Pernambuco, com visita às cidades de Nova Jerusalém e Olinda e à praia de Porto de Galinhas. O custo total do serviço foi de R$ 17.454,00, a ser pago por 48 participantes, em quatro parcelas.
Às vésperas da viagem, a Assece entrou em contato com a Dablio para confirmar os horários do ônibus e foi informada de que o valor pago havia sido usado para quitar dívidas da empresa, sendo necessário que os clientes pagassem mais R$ 4 mil para a contratação do transporte e R$ 2 mil para adquirir os ingressos.
A entidade acertou que faria o pagamento extra, mas no dia da viagem recebeu a informação de que a agência não conseguiu ônibus, cancelando a excursão. A Assece, então, ajuizou ação de reparação de danos. A Dablio Viagens e Turismo não apresentou defesa no prazo legal e, por isso, foi julgada à revelia.
A juíza, na sentença, afirmou que os documentos apresentados constatam os danos materiais causados e ressaltou que os danos morais foram decorrentes da “situação vexatória que o procedimento causou à demandante”.
Fonte: TJCE
http://www.jangadeiroonline.com.br/fortaleza/agencia-de-turismo-e-condenada-a-pagar-mais-de-r-224-mil-por-excursao-nao-realizada/
Conforme o processo, a Associação contratou viagem para Pernambuco, com visita às cidades de Nova Jerusalém e Olinda e à praia de Porto de Galinhas. O custo total do serviço foi de R$ 17.454,00, a ser pago por 48 participantes, em quatro parcelas.
Às vésperas da viagem, a Assece entrou em contato com a Dablio para confirmar os horários do ônibus e foi informada de que o valor pago havia sido usado para quitar dívidas da empresa, sendo necessário que os clientes pagassem mais R$ 4 mil para a contratação do transporte e R$ 2 mil para adquirir os ingressos.
A entidade acertou que faria o pagamento extra, mas no dia da viagem recebeu a informação de que a agência não conseguiu ônibus, cancelando a excursão. A Assece, então, ajuizou ação de reparação de danos. A Dablio Viagens e Turismo não apresentou defesa no prazo legal e, por isso, foi julgada à revelia.
A juíza, na sentença, afirmou que os documentos apresentados constatam os danos materiais causados e ressaltou que os danos morais foram decorrentes da “situação vexatória que o procedimento causou à demandante”.
Fonte: TJCE
http://www.jangadeiroonline.com.br/fortaleza/agencia-de-turismo-e-condenada-a-pagar-mais-de-r-224-mil-por-excursao-nao-realizada/
terça-feira, 12 de abril de 2011
Viajantes cada vez mais exigentes querem respostas na palma da mão literalmente! Cada vez mais a TI em favor do Turismo.
Fórum Panrotas discute o uso da tecnologia no turismo
Novos tempos no setor de turismo oferecem grandes oportunidades para empreendedores
30/03/2011
São Paulo, SP - O ministro do Turismo, Pedro Novais, participou da abertura do Fórum Panrotas. O evento, que está em sua nona edição, acontece em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e reúne empresários das mais importantes empresas do setor turístico brasileiro e internacional. Entre os assuntos discutidos pelos participantes, figurou a importância das inovações tecnológicas para o turismo.
A era dos notebooks e dos websites já passou. Chegamos rapidamente à dos tablets e smartphones. Consumidores hoje querem respostas mais rápidas, mais baratas e mais eficientes na palma da mão literalmente. Anos de experiência à frente da Phocus Wright, empresa especializada em TI, credenciaram Philip Wolf a falar sobre os novos paradigmas estabelecidos pelas tecnologias de ponta e a importância de a iniciativa privada ligada ao setor de turismo e os governos se adaptarem eficazmente a esse perfil de viajantes, se quiserem que seus destinos façam frente à forte concorrência internacional.
A palestra do consultor norte-americano aconteceu na segunda-feira (28) para uma platéia de cerca de 800 pessoas, durante o Fórum Panrotas, que terminou nesta terça-feira (29), em São Paulo. Segundo Philip, "o caos está lá fora e oferece um mundo de oportunidades para quem souber aproveitá-las. No ano que vem, 21% das reservas feitas no mundo serão online". Ele calcula também que a consolidação de uma nova classe C deve ser levada em consideração em todas as estratégias de negócios. “Hoje há 2 bilhões de pessoas dessa classe no mundo; em 2030, serão 4 bilhões."
ASCOM
SITE DO MINISTÉRIO DO TURISMO
Novos tempos no setor de turismo oferecem grandes oportunidades para empreendedores
30/03/2011
São Paulo, SP - O ministro do Turismo, Pedro Novais, participou da abertura do Fórum Panrotas. O evento, que está em sua nona edição, acontece em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e reúne empresários das mais importantes empresas do setor turístico brasileiro e internacional. Entre os assuntos discutidos pelos participantes, figurou a importância das inovações tecnológicas para o turismo.
A era dos notebooks e dos websites já passou. Chegamos rapidamente à dos tablets e smartphones. Consumidores hoje querem respostas mais rápidas, mais baratas e mais eficientes na palma da mão literalmente. Anos de experiência à frente da Phocus Wright, empresa especializada em TI, credenciaram Philip Wolf a falar sobre os novos paradigmas estabelecidos pelas tecnologias de ponta e a importância de a iniciativa privada ligada ao setor de turismo e os governos se adaptarem eficazmente a esse perfil de viajantes, se quiserem que seus destinos façam frente à forte concorrência internacional.
A palestra do consultor norte-americano aconteceu na segunda-feira (28) para uma platéia de cerca de 800 pessoas, durante o Fórum Panrotas, que terminou nesta terça-feira (29), em São Paulo. Segundo Philip, "o caos está lá fora e oferece um mundo de oportunidades para quem souber aproveitá-las. No ano que vem, 21% das reservas feitas no mundo serão online". Ele calcula também que a consolidação de uma nova classe C deve ser levada em consideração em todas as estratégias de negócios. “Hoje há 2 bilhões de pessoas dessa classe no mundo; em 2030, serão 4 bilhões."
ASCOM
SITE DO MINISTÉRIO DO TURISMO
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Cordas de Trabalho em Altura
As cordas, também chamadas de cabos, têm inúmeras aplicações no meio industrial. E entre todos os usos possíveis, os mais nobres são os da segurança e do resgate de trabalhadores.
Elas podem ser usadas em pequenos comprimentos, a exemplo dos talabartes, ou em comprimentos maiores, quando utilizadas como cabos para o trava-quedas nos trabalhos em altura.
Na segurança de trabalhadores, elas podem ser utilizadas para restringir a movimentação, impedindo exposição a riscos, ou para deter uma eventual queda, que é o uso mais importante. Deter o corpo de uma pessoa que está caindo é a situação extrema para qualquer sistema de segurança.
Para compreendermos as características de uma boa corda, é importante entender como ela é solicitada quando detém a queda de uma pessoa.
Mais informações acessem
http://tstsergiobigi.blogspot.com/2009/09/cordas-de-trabalho-em-altura.html
Elas podem ser usadas em pequenos comprimentos, a exemplo dos talabartes, ou em comprimentos maiores, quando utilizadas como cabos para o trava-quedas nos trabalhos em altura.
Na segurança de trabalhadores, elas podem ser utilizadas para restringir a movimentação, impedindo exposição a riscos, ou para deter uma eventual queda, que é o uso mais importante. Deter o corpo de uma pessoa que está caindo é a situação extrema para qualquer sistema de segurança.
Para compreendermos as características de uma boa corda, é importante entender como ela é solicitada quando detém a queda de uma pessoa.
Mais informações acessem
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