1. Wing Walking
Praticantes: 200
Mortos a cada mil - 5
Mover-se sobre as asas de um avião durante o voo. Variações incluem plantar bananeira, pendurar-se pelos dentes, passar a outro avião (ou carro, barco, trem) e saltos em que se abre o paraquedas no último instante possível.
2. Big Wave Surf
praticantes: 1 000
mortos a cada mil - 3
Modalidade de surf em que um surfista é rebocado ou pula de helicóptero no meio do oceano, onde se formam ondas gigantes, de 6 a 15 metros. O risco de afogamento é alto e as chances de um salvamento acontecer são menores nessas condições.
3. Free Style Motocross
praticantes: 6 mil
mortos a cada mil - 1,8
Torneio de saltos ornamentais nos quais motoqueiros fazem manobras para um júri. Essas acrobacias podem ocasionar quedas e inúmeras lesões e fraturas.
4. Street Luge
praticantes: 1 200
mortos a cada mil - 1,7
Corrida ladeira abaixo em um skate gigante, como os conhecidos carrinhos de rolimã. O piloto, deitado de costas (padrão) ou de bruços (avançado), se inclina para controlar velocidade e direção. Esse esporte foi inventado na década de 70 pelos californianos. Naquela época, o trânsito nas cidades não era tão intenso quanto é hoje. Apesar de todos os equipamentos de segurança, nada garante que um caminhão ou carro possa atingir esses esportistas quando eles estiverem fazendo manobras nas rodovias.
5. Heli-Skiing
praticantes: 7 mil
mortos a cada mil - 0,85
Um helicóptero leva o esquiador até o topo inacessível de uma montanha. Sem pista, sem sinalização e sem conhecer o terreno, ele deve descer esquiando, o que pode trazer inúmeras surpresas e choques incríveis em rochas e árvores.
6. Base Jump
praticantes: 12 mil
mortos a cada mil - 0,83
Consiste em saltar de um ponto estático muito alto - prédios, antenas, pontes ou montanhas - usando apenas um paraquedas. O impulso para o salto pode ser tão fraco que o praticante fique a uma distância muito pequena do ponto de onde pulou, chocando-se nessas estruturas. E pode não dar tempo de abrir o paraquedas a tempo por causa da baixa altura do salto.
7. Sky Surfing
praticantes: 10 mil
mortos a cada mil - 0,5
Igual ao paraquedismo, é praticado com uma prancha menor que a de surf presa aos pés, realizando acrobacias arrojadas. O perigo está em não conseguir ficar sobre a prancha. Virado de cabeça para baixo, ele começa a rodopiar a uma velocidade que pode chegar a 200 km/h. O esportista perde a consciência e não consegue soltar os pés da prancha e nem abrir o paraquedas.
8. Tourada
praticantes: 12 mil
mortos a cada mil - 0,25
Um touro pesa cerca de 850 quilos e levar uma pisada dele na cabeça pode ser fatal, sem falar nos chifres que podem perfurar vasos e veias e fazer sangrar até a morte.
9. Paraquedismo
praticantes: 1 milhão
mortos a cada mil - 0,12
Salta-se de um avião e depois de um pequeno intervalo de tempo em queda livre, abre-se o paraquedas. É sempre recomendado que o salto seja feito com dois paraquedas. Uma em cada 8 mil vezes pode acontecer de nenhum dos dois paraquedas abrir.
10. Rafting
praticantes: 2 milhões
mortos a cada mil - 0,001
Passatempo comum em toda cidade que tem corredeiras, trata-se de descer um rio em bote. O esporte fica ainda mais divertido quando envolve a família e os amigos. Os instrutores experiente e os equipamentos de segurança são imprescindíveis, principalmente o capacete. O bote pode se chocar contra rochas em alta velocidade.
http://360graus.terra.com.br/geral/default.asp?did=32856&action=reportagem
Colaborando no apoio do desenvolvimento Turismo junto á Ecologia através da Educação Ambiental, Ecoturismo, Turismo Ecológico, Turismo de Aventura e Segurança do Trabalho, valorizando os recursos naturais e culturais nas regiões turísticas do Brasil, mais precisamente nos estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso...
Ministério do Turismo Adverte:
“Turismo de Aventura compreende os movimentos turísticos decorrentes da prática de atividades de aventura de caráter recreativo e não-competitivo”. (Marcos Conceituais – Mtur)
Impactos do Ecoturismo
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Ilha do Superagui- Pr em Guaraqueçaba-Pr, mais que uma Ilha, magia pura e estonteante...
Muita simpatia, simplicidade, alegria, paz e boas energias esse lugar maravilhoso carrega, com sua gente hospitaleira, como seu Pacheco do Camping, irmão de dona Maria que é mulher de seu Mithes que cuidam de uma pousada no final da trilha para praia deserta, onde a comida simples e caiçara reina simbolizado nos assados dos peixes que ali tive a oportunidade de aprender, pescados pela própria comunidade. A virada de 2011 para 2012 foi marcada, cada lugarzinho visitado uma nova emoção, como Casa da Dona Rosa que vive com seu sobrinho Carlinhos á 15 km da Vila de Superagui, e quase na divisa com o estado de São Paulo na chamada Ilha do Cardoso onde nos atenta á conhecer. Ossos de Baleia, foi um charme na entrada de sua casa, vida simples com pessoas simples e uma galera muito animada. Nas noites de muito vento, tomar aquela bebida típica conhecida como cataia que é uma dádiva naquele lugar, onde uns dizem que é afrodisíaca outros que vai além disso, se apoiando no fandango caiçara que acontece nas noites animadas, com aquela musica estonteante que nos encanta e nos anima, assim como anima seu Alcides fandangueiro nato com seus noventa e tantos anos que demonstra que a idade ali não conta, no sapateado junto as belas visitantes que passam por lá, porque o espirito jovem reina dentro desses corpos de meninos que ainda valorizam sua cultura através das belas histórias cantadas seguindo o ritmo de seus instrumentos fabricados artesanalmente nos dias de sossego que seguem a rotina daqueles abençoados por essa linda terra.
Uma homenagem aos nossos queridos amigos que moram em nossos corações! Agradeço a querida Ilha do Superagui...desde 2007-2012...
Autor: Tiago Gonçalves - Bacharelando em Turismo pela UNICENTRO-PR
Uma homenagem aos nossos queridos amigos que moram em nossos corações! Agradeço a querida Ilha do Superagui...desde 2007-2012...
Autor: Tiago Gonçalves - Bacharelando em Turismo pela UNICENTRO-PR
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Bom dia aventureiros de plantão, lá vai algumas dicas quando for fazer uma trilha ou um acampamento:
1° Cuide das trilhas e dos locais de acampamento;
•Não desvie das trilhas pré-determinadas, não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.
•Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade ...das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.
•Ao ir acampar busque por locais já pré-estabelecidos e que atenda uma conduta consciente nesse ambiente. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.
•Não cave valetas ao redor das barracas, isso pode degradar o ambiente e levar á problemas maiores, escolha melhor o local e use um plástico sob a barraca.
•Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova pedras ao acampar.
Cuide da Natureza, pois dessa forma teremos uma vida mais saudavel e prolongada.
•Não desvie das trilhas pré-determinadas, não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.
•Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade ...das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.
•Ao ir acampar busque por locais já pré-estabelecidos e que atenda uma conduta consciente nesse ambiente. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.
•Não cave valetas ao redor das barracas, isso pode degradar o ambiente e levar á problemas maiores, escolha melhor o local e use um plástico sob a barraca.
•Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova pedras ao acampar.
Cuide da Natureza, pois dessa forma teremos uma vida mais saudavel e prolongada.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura - Notícias - Intenção de viajar cresce 8,7%
Em agosto, mais de um terço dos brasileiros (33,7%) pretendiam fazer pelo menos uma viagem nos seis meses seguintes. É o que aponta o levantamento realizado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido do Ministério do Turismo (MTur). Em comparação com agosto de 2010, a intenção de viajar cresceu 8,7%.
Os dados, que integram a série histórica Sondagem de Expectativa do Consumidor – Intenção de Viagem, mostraram que, dos brasileiros que responderam que pretendem viajar nos próximos seis meses, 71,2% preferem os destinos nacionais. Para o ministro Pedro Novais, “os números são uma amostra legítima do crescimento do turismo doméstico”.
Segundo a pesquisa, os turistas estão optando mais por hotéis e pousadas, e menos por casas de parentes ou amigos. Meios de hospedagem tradicionais representaram mais da metade das respostas (57,7%, contra 52% em agosto/2010), enquanto o percentual referente à estada em casas de parentes ou amigos alcançou 30,2% (contra 34,2%, em agosto/2010).
O avião é o meio de transporte mais usado, enquanto o ônibus está perdendo a preferência. Os aviões são objeto de desejo de 62,5% dos entrevistados, índice 11,2% maior que o verificado no mesmo mês do ano passado. Já as viagens de ônibus tendem a ficar mais raras: na comparação entre os meses de agosto de 2010 e 2011, a intenção de viajar nos coletivos diminuiu 37,2%.
O Nordeste lidera a preferência dos brasileiros que pretendem viajar dentro do país. Entre os que preferem os destinos turísticos brasileiros, 48,9% afirmaram que querem viajar para estados nordestinos. As regiões Sul (21,5%) e Sudeste (15,8%) ficaram com o segundo e terceiro lugares da preferência do público ouvido pela FGV.
A Sondagem de Expectativa do Consumidor, indicador que mede a intenção de viajar dos brasileiros, é resultado de consulta a duas mil famílias nas sete principais regiões metropolitanas brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Distrito Federal, Salvador e Recife). O MTur estima que essas regiões respondam por cerca de 70% do fluxo emissivo do turismo brasileiro.
Fonte: ASCOM/Mtur - ABETA
Por: GUARA DA MATA VIRGEM- 13/09/2011
Os dados, que integram a série histórica Sondagem de Expectativa do Consumidor – Intenção de Viagem, mostraram que, dos brasileiros que responderam que pretendem viajar nos próximos seis meses, 71,2% preferem os destinos nacionais. Para o ministro Pedro Novais, “os números são uma amostra legítima do crescimento do turismo doméstico”.
Segundo a pesquisa, os turistas estão optando mais por hotéis e pousadas, e menos por casas de parentes ou amigos. Meios de hospedagem tradicionais representaram mais da metade das respostas (57,7%, contra 52% em agosto/2010), enquanto o percentual referente à estada em casas de parentes ou amigos alcançou 30,2% (contra 34,2%, em agosto/2010).
O avião é o meio de transporte mais usado, enquanto o ônibus está perdendo a preferência. Os aviões são objeto de desejo de 62,5% dos entrevistados, índice 11,2% maior que o verificado no mesmo mês do ano passado. Já as viagens de ônibus tendem a ficar mais raras: na comparação entre os meses de agosto de 2010 e 2011, a intenção de viajar nos coletivos diminuiu 37,2%.
O Nordeste lidera a preferência dos brasileiros que pretendem viajar dentro do país. Entre os que preferem os destinos turísticos brasileiros, 48,9% afirmaram que querem viajar para estados nordestinos. As regiões Sul (21,5%) e Sudeste (15,8%) ficaram com o segundo e terceiro lugares da preferência do público ouvido pela FGV.
A Sondagem de Expectativa do Consumidor, indicador que mede a intenção de viajar dos brasileiros, é resultado de consulta a duas mil famílias nas sete principais regiões metropolitanas brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Distrito Federal, Salvador e Recife). O MTur estima que essas regiões respondam por cerca de 70% do fluxo emissivo do turismo brasileiro.
Fonte: ASCOM/Mtur - ABETA
Por: GUARA DA MATA VIRGEM- 13/09/2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Dez males que mais ameaçam a saúde dos brasileiros, vamos se preocupar!
Doença Ocupacional: é designação de várias doenças que causam alterações na saúde do trabalhador, provocadas por fatores relacionados com o ambiente de trabalho. Elas se dividem em doenças profissionais que entendida, produzida ou desencadeada pelo exercício da profissão, e doenças do trabalho que entendida, produzida ou desencadeada por riscos no ambiente de trabalho que não tenha vinculo direto com sua atividade profissional.
Alcoolismo: é geralmente definido como o consumo consistente e excessivo e/ou preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este comportamento interfira com a vida pessoal, familiar, social ou profissional da pessoa. O alcoolismo pode potencialmente resultar em condições (doenças) psicológicas e fisiológicas, assim como, por fim, na morte.
Obesidade: cerca de 43,3% das pessoas, com mais de 18 anos, que vivem nas capitais brasileiras estão com sobrepeso. "É preciso comer menos, fazer atividade física regular e fazer avaliação clínica periódica para combater a obesidade e diminuir os riscos de problemas que o sobrepeso traz para saúde", diz o cardiologista Expedito Ribeiro.
Câncer: segundo o Instituto Nacional de Câncer, dois em cada mil brasileiros vão ser afetados por algum tipo da doença em 2010. "Ter uma vida saudável é o primeiro passo para diminuir o risco de câncer. A obesidade, por exemplo, é responsável por 30% dos casos da doença", diz o cardiologista Expedito Ribeiro.
Aids: de 1980 até 2007 foram registrados 474.273 casos no país. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os casos tendem a estabilizar, já no Norte e no Nordeste a tendência é de crescimento. Em 2008, 2 milhões de pessoas morreram, no mundo, em consequência da Aids "O sexo seguro é o principal fator de proteção contra a Aids. Para que os índices da doença diminuam, é inevitável que a população se conscientize", explica a ginecologista Rosa Maria Leme. Um novo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro conclui traz nova esperança às vítimas da doença. Os soropositivos estão morrendo mais de doenças do coração do que de AIDS.
Diabetes: um estudo recente da Sociedade Brasileira de Diabetes constatou que 11% dos brasileiros são diabéticos e que mais de 60% deles não sabem que têm a doença. "Pessoas que sofrem com o diabetes precisam se conscientizar que alimentação equilibrada, peso saudável e atividade física são a chave para o controle e prevenção da doença", explica a endocrinologista Maria Helena Senger, diretora da Faculdade de Medicina da PUC. O IBGE informa que a doença atinge diabetes 3,6% da população brasileira.
Tabagismo: estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano, no Brasil, são decorrentes do tabagismo. O número de fumantes varia entre 12,5 a 25,2% em pessoas acima dos 15 anos, dependendo da região do país. "As pessoas precisam saber que largar o cigarro é um processo lento, porém, só depende dela mesmo. Vale lembrar que procurar ajuda também pode ser uma solução", explica a psicóloga Silvia Cury.
Dengue: "O mais importante é prevenir, evitando manter objetos com água parada e, sobretudo, procurar um médico para avaliação clínica e laboratorial, assim que surgirem os primeiros sintomas, como febre alta e manchas avermelhadas pelo corpo", alerta o médico Marcelo Mendonça, Infectologista do Hospital TotalCor.
Hepatite C: a doença atinge mais de 3 milhões de pessoas no Brasil e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a doença infecta até cinco vezes mais que a AIDS. "O portador do vírus pode desenvolver uma forma crônica da doença que leva à lesões no fígado e câncer hepático. Apesar de ser uma doença grave, é possível viver com ela sem grandes alterações no dia a dia", diz o infectologista Sérgio Wey, da Universidade Federal de São Paulo.
Hipertensão: o problema atinge mais de 47% das pessoas com mais de 50 anos no Brasil. "Os problemas relacionados à pressão arterial acabam dando origem a uma série de outros males, como arteriosclerose e derrame. O acompanhamento médico é essencial para que as complicações não apareçam", diz o cardiologista Expedito Ribeiro. Para o total da população, 14% são atingidos pela doença, de acordo com o IBGE
Fonte: Dez males que mais ameaçam a Saúde dos Brasileiros • Prevenção Online
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Como ajudar as vítimas da enchente do Ribeira de Iguape, próximo ao parque Petar no vale do ribeira.
Como ajudar as vítimas da enchente do Ribeira de Iguape, próximo ao parque Petar
Desde o último dia 30 (sábado), a população que vive à beira do Rio Ribeira de Iguape, no Vale do Ribeira (extremo sul do Estado de São Paulo, onde fica o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira/Petar), está sofrendo com as cheias do rio, que chegou a subir 5 metros além do normal.
Até agora, cerca de 9 mil pessoas estão desabrigadas na região. Clique aqui para assistir ao vídeo da cheia. Foram atingidas as cidades de Eldorado, Iporanga, Registro, Barra do Turvo, Jacupiranga e Sete Barras.
Para ajudar a população local, voluntários da grande São Paulo, em parceria com o Instituto Triângulo e as prefeituras das cidades atingidas, estão promovendo uma campanha de donativos para as vítimas.
São bem-vindos colchões, roupas, cobertores, artigos de higiene e limpeza (principalmente água sanitária) e alimentos não perecíveis (exceto açúcar e sal). Os donativos serão encaminhados à prefeitura de Iporanga, que fará a distribuição na região.
Pontos de arrecadação:
>> Prédio da FAU na Universidade de São Paulo (USP)
Rua do Lago, 876, Cidade Universitária
Das 8h às 22h, no grêmio da faculdade
Responsável: Beatriz Nesthlener; tel. (11) 7402-9993
>>Instituto Triângulo de Desenvolvimento Sustentável
Rua Gago Coutinho, 67, Santo André (SP)
Das 9h às 17h
Responsável: Aggnes Franco; tel. (11) 9231-2181
Outras informações: (11) 4428-2812
Situação no Petar
Apesar da cheia, o Petar está aberto normalmente para a visitação, segundo a organização do parque. A rodovia SP-165 – que liga a Régis Bitencourt (BR-101) à Apiaí (passando por Eldorado e pelo Bairro da Serra, porta de entrada do Petar) – havia sido interditada na segunda-feira, mas já foi reaberta.
FONTE:http://www.webventure.com.br/bike/n/como-ajudar-as-vitimas-da-enchente-do-vale-do-ribeira/30536
Desde o último dia 30 (sábado), a população que vive à beira do Rio Ribeira de Iguape, no Vale do Ribeira (extremo sul do Estado de São Paulo, onde fica o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira/Petar), está sofrendo com as cheias do rio, que chegou a subir 5 metros além do normal.
Até agora, cerca de 9 mil pessoas estão desabrigadas na região. Clique aqui para assistir ao vídeo da cheia. Foram atingidas as cidades de Eldorado, Iporanga, Registro, Barra do Turvo, Jacupiranga e Sete Barras.
Para ajudar a população local, voluntários da grande São Paulo, em parceria com o Instituto Triângulo e as prefeituras das cidades atingidas, estão promovendo uma campanha de donativos para as vítimas.
São bem-vindos colchões, roupas, cobertores, artigos de higiene e limpeza (principalmente água sanitária) e alimentos não perecíveis (exceto açúcar e sal). Os donativos serão encaminhados à prefeitura de Iporanga, que fará a distribuição na região.
Pontos de arrecadação:
>> Prédio da FAU na Universidade de São Paulo (USP)
Rua do Lago, 876, Cidade Universitária
Das 8h às 22h, no grêmio da faculdade
Responsável: Beatriz Nesthlener; tel. (11) 7402-9993
>>Instituto Triângulo de Desenvolvimento Sustentável
Rua Gago Coutinho, 67, Santo André (SP)
Das 9h às 17h
Responsável: Aggnes Franco; tel. (11) 9231-2181
Outras informações: (11) 4428-2812
Situação no Petar
Apesar da cheia, o Petar está aberto normalmente para a visitação, segundo a organização do parque. A rodovia SP-165 – que liga a Régis Bitencourt (BR-101) à Apiaí (passando por Eldorado e pelo Bairro da Serra, porta de entrada do Petar) – havia sido interditada na segunda-feira, mas já foi reaberta.
FONTE:http://www.webventure.com.br/bike/n/como-ajudar-as-vitimas-da-enchente-do-vale-do-ribeira/30536
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Grupo visita alguns locais preservados na região de Itararé observando a grande biodiversidade que existe.
Nesse mês o grupo guara da mata virgem percorreu alguns lugares entre o sul do estado de sp e norte do pr, em parcerias com guilherme coquemala, Diego Teminski, e alguns parceiros que buscam participar colaborando com o desenvolvimento da região, com intuito de conhecer um pouco mais as belezas naturais e seu potencial para atrair visitantes de todas as partes. Foram realizadas visitas á areas de preservação com matas virgens e parques ecológicos, trazendo novas oportunidades de investimentos na area do ecoturismo, que serão colocadas a disposição logo mais.
Festival de Frutos do Mar de 29 á 31 de julho 2011- Pontal do Paraná
A Cambira é um prato, que tem como ingredientes principais o peixe salgado ou defumado, a banana e a farinha de mandioca, com a qual se faz um delicioso pirão, foi um dia a base da alimentação dos pioneiros do nosso litoral.
Salgar e secar o peixe eram uma prática necessária para a conservação do pescado, principalmente em épocas em que os grandes cardumes chegavam às praias, como acontece com a palombeta e a tainha.
A Cambira e muitos outros pratos da culinária litorânea você poderá saborear no Festival de Frutos do Mar de Pontal do Paraná, que ocorrerá no período de 29 a 31 de julho de 2011no Balneário de Ipanema defronte a Casa da Cultura Municipal.
Programação:
29/07
20:00 – Abertura
21:00 – Show com a Banda ISA DUFF (Pop Rock)
30/07
12:00 – Almoço
20:00 – Apresentação cultural “BOI ESTRELA”
22:00 – Show com Lucélia Salgado (MPB)
31/07
12:00 – Almoço
14:00 – Paradão Automotivo
18:00 – Show de Prêmios
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Conheça os 10 mandamentos do turista de aventura consciente
1º MANDAMENTO:
Peça referências e confira se a empresa que oferece o serviço está formalizada e se tem alvará de funcionamento. Empresa séria e profissional tem que ser formal e ter registro de funcionamento.
2º MANDAMENTO:
Verifique se a empresa oferece seguro que cubra atividades de aventura e natureza.
O seguro é uma segurança adicional para os clientes caso qualquer coisa fora do planejado ocorrer e assegura que vai haver algum tipo de assistência.
3º MANDAMENTO:
Verifique se a empresa conhece e aplica as normas técnicas brasileiras para a atividade que oferece. Pergunte à empresa se ela tem um Sistema de Gestão da Segurança implementado, conforme a norma.
Toda empresa de Turismo de Aventura deve ter um Sistema de Gestão da Segurança – SGS funcionando em suas atividades. O sistema ajuda as empresas a se organizarem para dar o máximo de segurança para os clientes e diminuir os acidentes. Caso acidentes ocorram, a empresa vai saber reagir bem.
Além do SGS, existem diversas outras normas para as atividades que ajudam empresas e condutores a seguir boas práticas de segurança nas atividades de aventura. Hoje não tem mais segredo, está tudo nas normas.
4º MANDAMENTO:
Os equipamentos devem estar em boas condições de uso. Alguns equipamentos têm um selo de certificação (nacional ou internacional). No entanto, o selo não é característico em todos os equipamentos, por isso fique atento ao estado do material (aparência, limpeza e condições de armazenamento).
5º MANDAMENTO:
Lembre-se: sempre que tirar os pés do chão esteja de capacete e sempre que entrar na água esteja de colete. Empresas sérias oferecem equipamentos que aumentam a segurança, a diversão e o conforto durante o passeio.
6º MANDAMENTO:
Aja de acordo com as regras ambientais em sua aventura: não faça fogo, não contamine o rio e ande sempre por trilhas demarcadas. Produza pouco lixo e traga-o de volta.
Turismo de Aventura é feito na natureza, temos que ser responsáveis com o uso dos espaços que visitamos.
7º MANDAMENTO:
Confira o estado do estojo de primeiros socorros que a empresa está levando e tenha na sua mochila seus remédios específicos. É importante sempre estar preparado para o inesperado.
8º MANDAMENTO:
Seja responsável, conheça e respeite seus limites.Cada pessoa deve saber como fazer atividades que sejam divertidas, emocionantes e que estejam dentro do seu limite.
9º MANDAMENTO:
Hidrate-se, alimente-se e mantenha-se aquecido. A melhor pessoa para cuidar de você é você mesmo! Água, alimentação e filtro solar não podem faltar na mochila.
10º MANDAMENTO:
Conheça o Programa Aventura Segura e descubra o nosso País de um jeito novo!
Busque empresas aderidas ao Aventura Segura nos destinos. Pratique TURISMO DE AVENTURA COM CONSCIÊNCIA
Fonte: http://www.eadaventurasegura.com.br/ead/file.php/37/moddata/scorm/658/res/res.pdf
Peça referências e confira se a empresa que oferece o serviço está formalizada e se tem alvará de funcionamento. Empresa séria e profissional tem que ser formal e ter registro de funcionamento.
2º MANDAMENTO:
Verifique se a empresa oferece seguro que cubra atividades de aventura e natureza.
O seguro é uma segurança adicional para os clientes caso qualquer coisa fora do planejado ocorrer e assegura que vai haver algum tipo de assistência.
3º MANDAMENTO:
Verifique se a empresa conhece e aplica as normas técnicas brasileiras para a atividade que oferece. Pergunte à empresa se ela tem um Sistema de Gestão da Segurança implementado, conforme a norma.
Toda empresa de Turismo de Aventura deve ter um Sistema de Gestão da Segurança – SGS funcionando em suas atividades. O sistema ajuda as empresas a se organizarem para dar o máximo de segurança para os clientes e diminuir os acidentes. Caso acidentes ocorram, a empresa vai saber reagir bem.
Além do SGS, existem diversas outras normas para as atividades que ajudam empresas e condutores a seguir boas práticas de segurança nas atividades de aventura. Hoje não tem mais segredo, está tudo nas normas.
4º MANDAMENTO:
Os equipamentos devem estar em boas condições de uso. Alguns equipamentos têm um selo de certificação (nacional ou internacional). No entanto, o selo não é característico em todos os equipamentos, por isso fique atento ao estado do material (aparência, limpeza e condições de armazenamento).
5º MANDAMENTO:
Lembre-se: sempre que tirar os pés do chão esteja de capacete e sempre que entrar na água esteja de colete. Empresas sérias oferecem equipamentos que aumentam a segurança, a diversão e o conforto durante o passeio.
6º MANDAMENTO:
Aja de acordo com as regras ambientais em sua aventura: não faça fogo, não contamine o rio e ande sempre por trilhas demarcadas. Produza pouco lixo e traga-o de volta.
Turismo de Aventura é feito na natureza, temos que ser responsáveis com o uso dos espaços que visitamos.
7º MANDAMENTO:
Confira o estado do estojo de primeiros socorros que a empresa está levando e tenha na sua mochila seus remédios específicos. É importante sempre estar preparado para o inesperado.
8º MANDAMENTO:
Seja responsável, conheça e respeite seus limites.Cada pessoa deve saber como fazer atividades que sejam divertidas, emocionantes e que estejam dentro do seu limite.
9º MANDAMENTO:
Hidrate-se, alimente-se e mantenha-se aquecido. A melhor pessoa para cuidar de você é você mesmo! Água, alimentação e filtro solar não podem faltar na mochila.
10º MANDAMENTO:
Conheça o Programa Aventura Segura e descubra o nosso País de um jeito novo!
Busque empresas aderidas ao Aventura Segura nos destinos. Pratique TURISMO DE AVENTURA COM CONSCIÊNCIA
Fonte: http://www.eadaventurasegura.com.br/ead/file.php/37/moddata/scorm/658/res/res.pdf
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Some places that we can have this pleasure!
Brazil has one of the richest avifaunas of the world, with recent estimates varying from 1,696 to 1,731 species.
About 10% (193 taxa) of these are threatened. The Amazon has the highest number of species, followed by the Atlantic Forest and the Cerrado; most of Brazil’s endemic birds, however, are in the Atlantic Forest. Brazil’s threatened species occur mostly in the Atlantic Forest, especially in the southeast lowlands and in the northeast. The Cerrado has the second highest number of threatened species. The two major threats to Brazilian birds are habitat loss, degradation and fragmentation and hunting, most especially for illegal commerce. A number of conservation and research initiatives over the last 20 years have significantly improved our capacity to address and resolve major issues for bird conservation. Brazil requires a National Bird Conservation Plan to draw up priorities for research and conservation over the next decade.
FONT: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAqXgAL/artigo-conservacao-das-aves-no-brasil
About 10% (193 taxa) of these are threatened. The Amazon has the highest number of species, followed by the Atlantic Forest and the Cerrado; most of Brazil’s endemic birds, however, are in the Atlantic Forest. Brazil’s threatened species occur mostly in the Atlantic Forest, especially in the southeast lowlands and in the northeast. The Cerrado has the second highest number of threatened species. The two major threats to Brazilian birds are habitat loss, degradation and fragmentation and hunting, most especially for illegal commerce. A number of conservation and research initiatives over the last 20 years have significantly improved our capacity to address and resolve major issues for bird conservation. Brazil requires a National Bird Conservation Plan to draw up priorities for research and conservation over the next decade.
FONT: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAqXgAL/artigo-conservacao-das-aves-no-brasil
domingo, 3 de julho de 2011
Cidades-sede devem usar a Copa de 2014 para resolver problemas sociais
Coordenador da Copa 2010 em Durban alerta o Brasil para as negociações com a Fifa e sugere que o país aproveite o Mundial para canalizar investimentos em benefício das cidades
O sul-africano Eric Apelgren, coordenador de Relações Governamentais de Durban na Copa 2010, afirmou durante palestra nesta quarta-feira (18), na CICI2011, que as cidades-sede do mundial no Brasil em 2014 devem traçar estratégias para negociar com a Fifa a realização de obras que resolvam problemas sociais, como combate ao desemprego e ao déficit habitacional.
Em sua palestra "Copa do Mundo: experiência de Durban (África do Sul)", ele lembrou que um evento de futebol não vai resolver todos os problemas das cidades, mas deixará um legado importante. "Um evento de futebol não vai resolver todos os problemas, mas com a Copa temos que conseguir emprego e residência para as pessoas. Em Durban, a Copa ajudou a resolver alguns desafios que tínhamos", contou.
Apelgren, no entanto, orientou que as cidades-sede devem negociar com cuidado o contrato assinado com a Fifa para que as obras beneficiem as cidades após o mundial. "Vereadores e prefeitos das cidades precisam verificar as obras como estradas, transporte e todas as melhorias incluídas no contrato com a Fifa para que fiquem como legado. Tivemos várias brigas com a Fifa, porque os investimentos não podem só servir à Fifa, mas servir a própria cidade", disse.
"Governo não precisa ser dono de estádio"
Para uma platéia formada sobretudo por gestores envolvidos diretamente com a Copa de 2014, Apelgren contou que a maioria dos estádios se transformou em verdadeiros elefantes brancos depois da Copa da África do Sul. Para ele, construir estádio é um negócio arriscado e não é atribuição do governo. "O governo não precisa ser dono de estádio. É preciso realizar parceria público-privada porque os estádios são caros para construir e muito mais ainda para manter. Hoje travamos uma discussão sobre a necessidade de destruir alguns estádios, porque a cidade não pode continuar pagando por um estádio que não está trazendo dinheiro", alertou.
Em Durban, no entanto, o estádio é auto-sustentável porque foi erguido com característica de múltipla utilidade. "Optamos por construir um estádio múltiplo, que possibilitou nossa candidatura às Olimpíadas de 2020 e está sendo utilizado para outros esportes", afirmou.
Estrategicamente, Apelgren informou que foram desenvolvidos times de trabalho com profissionais responsáveis por estádio, transporte, segurança, tecnologia, turismo e acomodação, comunicação e marketing, bem como desenvolvimento econômico e negócios. "As regras da Fifa sobre marketing e como conduzir o negócio são bem duras e temos que nos assegurar que os pequenos e médios empresários se beneficiem da Copa", aconselhou.
Além disso, outra exigência para sediar o campeonato mundial refere-se à sustentabilidade, como embelezamento da cidade e dos parques, sistema reciclável do lixo, provisão de energia para os jogos e até saneamento.
Hotelaria e ingressos
Já na área hoteleira, Durban teve que garantir a capacidade de acomodação aos turistas. "Tínhamos 25 mil camas disponíveis e cada evento traria 40 mil visitantes. Com base nisso, incentivamos o investimento em novos hotéis", contou.
Apelgren, no entanto, criticou a Fifa quanto a reservas da rede hoteleira, que ficou sob a supervisão de uma empresa indicada pelo órgão e trouxe transtornos. "A organização forçou o bloqueio das reservas, que não se confirmaram e não se reverteram em dinheiro. Os empresários ficaram enraivecidos conosco", detalhou. Segundo ele, algumas vezes a Fifa vai informar que estão vindo a Curitiba 20 mil visitantes e isso pode não ocorrer na prática.
Outro ponto negativo da Copa da África do Sul foi a venda de ingressos, que impossibilitou que os próprios sul-africanos frequentassem os estádios. A Fifa disponibilizou muitos ingressos para venda online, mas não levou em conta que muitos africanos não tinham acesso à internet. "Foi desapontador para mim, porque no contexto africano muitos não tinham acesso para comprar o ingresso online e muitos não participaram da Copa", lamentou.
Depois da Copa, contou Apelgren, os problemas sociais persistem. Ele citou como exemplo o desemprego, cuja taxa tinha caído 30% durante os jogos e aumentou novamente pós-Copa. "Precisamos usar a mesma energia da Copa para enfrentar esse problema. Temos altos níveis de desemprego, que ainda é um desafio para nosso país, e muitas pessoas pobres ainda precisam de casas", afirmou. No entanto, ressaltou, a Copa abriu portas para novos eventos de âmbito mundial, como a realização da Conferência Mundial do Clima (COP 17), que será sediada em Durban de 28 de novembro a 9 de dezembro deste ano.
Fonte: FIEP
O sul-africano Eric Apelgren, coordenador de Relações Governamentais de Durban na Copa 2010, afirmou durante palestra nesta quarta-feira (18), na CICI2011, que as cidades-sede do mundial no Brasil em 2014 devem traçar estratégias para negociar com a Fifa a realização de obras que resolvam problemas sociais, como combate ao desemprego e ao déficit habitacional.
Em sua palestra "Copa do Mundo: experiência de Durban (África do Sul)", ele lembrou que um evento de futebol não vai resolver todos os problemas das cidades, mas deixará um legado importante. "Um evento de futebol não vai resolver todos os problemas, mas com a Copa temos que conseguir emprego e residência para as pessoas. Em Durban, a Copa ajudou a resolver alguns desafios que tínhamos", contou.
Apelgren, no entanto, orientou que as cidades-sede devem negociar com cuidado o contrato assinado com a Fifa para que as obras beneficiem as cidades após o mundial. "Vereadores e prefeitos das cidades precisam verificar as obras como estradas, transporte e todas as melhorias incluídas no contrato com a Fifa para que fiquem como legado. Tivemos várias brigas com a Fifa, porque os investimentos não podem só servir à Fifa, mas servir a própria cidade", disse.
"Governo não precisa ser dono de estádio"
Para uma platéia formada sobretudo por gestores envolvidos diretamente com a Copa de 2014, Apelgren contou que a maioria dos estádios se transformou em verdadeiros elefantes brancos depois da Copa da África do Sul. Para ele, construir estádio é um negócio arriscado e não é atribuição do governo. "O governo não precisa ser dono de estádio. É preciso realizar parceria público-privada porque os estádios são caros para construir e muito mais ainda para manter. Hoje travamos uma discussão sobre a necessidade de destruir alguns estádios, porque a cidade não pode continuar pagando por um estádio que não está trazendo dinheiro", alertou.
Em Durban, no entanto, o estádio é auto-sustentável porque foi erguido com característica de múltipla utilidade. "Optamos por construir um estádio múltiplo, que possibilitou nossa candidatura às Olimpíadas de 2020 e está sendo utilizado para outros esportes", afirmou.
Estrategicamente, Apelgren informou que foram desenvolvidos times de trabalho com profissionais responsáveis por estádio, transporte, segurança, tecnologia, turismo e acomodação, comunicação e marketing, bem como desenvolvimento econômico e negócios. "As regras da Fifa sobre marketing e como conduzir o negócio são bem duras e temos que nos assegurar que os pequenos e médios empresários se beneficiem da Copa", aconselhou.
Além disso, outra exigência para sediar o campeonato mundial refere-se à sustentabilidade, como embelezamento da cidade e dos parques, sistema reciclável do lixo, provisão de energia para os jogos e até saneamento.
Hotelaria e ingressos
Já na área hoteleira, Durban teve que garantir a capacidade de acomodação aos turistas. "Tínhamos 25 mil camas disponíveis e cada evento traria 40 mil visitantes. Com base nisso, incentivamos o investimento em novos hotéis", contou.
Apelgren, no entanto, criticou a Fifa quanto a reservas da rede hoteleira, que ficou sob a supervisão de uma empresa indicada pelo órgão e trouxe transtornos. "A organização forçou o bloqueio das reservas, que não se confirmaram e não se reverteram em dinheiro. Os empresários ficaram enraivecidos conosco", detalhou. Segundo ele, algumas vezes a Fifa vai informar que estão vindo a Curitiba 20 mil visitantes e isso pode não ocorrer na prática.
Outro ponto negativo da Copa da África do Sul foi a venda de ingressos, que impossibilitou que os próprios sul-africanos frequentassem os estádios. A Fifa disponibilizou muitos ingressos para venda online, mas não levou em conta que muitos africanos não tinham acesso à internet. "Foi desapontador para mim, porque no contexto africano muitos não tinham acesso para comprar o ingresso online e muitos não participaram da Copa", lamentou.
Depois da Copa, contou Apelgren, os problemas sociais persistem. Ele citou como exemplo o desemprego, cuja taxa tinha caído 30% durante os jogos e aumentou novamente pós-Copa. "Precisamos usar a mesma energia da Copa para enfrentar esse problema. Temos altos níveis de desemprego, que ainda é um desafio para nosso país, e muitas pessoas pobres ainda precisam de casas", afirmou. No entanto, ressaltou, a Copa abriu portas para novos eventos de âmbito mundial, como a realização da Conferência Mundial do Clima (COP 17), que será sediada em Durban de 28 de novembro a 9 de dezembro deste ano.
Fonte: FIEP
Evento Trekker Trek 05 e 06 de Agosto - Fomentando o Turismo em Itararé, e preocupações sobre parque da barreira.
Muita legal a idéia do Trekker Trek dia 05 e 06 de Agosto em Itararé-Sp, acreditado que irá fomentar ainda mais o turismo da cidade e com isso melhoria na economia com certeza, pois é um evento inédito que trará visitantes de diversas partes do país que seguem esses eventos que envolvem ARRANCADA DE TRATOR, onde a força e a técnica manda sobre o momento trazendo sensações energizantes para os expectadores presentes durante o evento.
Assim sobre o Parque da Barreira vejo um grande potencial educativo e turístico que poderia ser trabalhado em parcerias entre prefeitura,escolas e empresas que visam alavancar o turismo na cidade de uma forma participativa junto a comunidade, levando a consciência e a educação ambiental, com ética e responsabilidade social sobre a região.Pois como já tem os projetos para capacitação de monitores ambientais na cidade já seria um passo dado e uma etapa que já poderia ser integrada junto ao projeto. Ao colocar em prática os projetos trariam de alguma forma pontos positivos pra cidade que além de ter mais uma nova opção de passeio, disponibilizaria também oportunidade de emprego a comunidade em redor, como serviços em diversos setores sendo desde a criação de uma lanchonete até a guias que poderiam receber pelos serviços dentro do parque. Desse modo a cidade poderia ainda utilizar do marketing ambiental que hoje em dia traz pontos positivos de grande intensidade sobre a imagem de uma região. Achei muito legal da parte do prefeito Sr. César Perucio, que abriu um espaço para discussões dentro de redes sociais demonstrando cordialidade com seus amigos itarareenses, com idéias que venham melhorar a qualidade de vida da cidade. Show de bola, grande abraço!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Buscando parceiros, não deixam de ler...Objetivo educação e sustentabiliade
O Município de Irati apresenta grande importância do ponto de vista da conservação ambiental, pois é o divisor de águas das três principais bacias hidrográficas do Paraná e abriga duas Unidades de Conservação da Floresta Ombrófila Mista, a Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra da Esperança e a Floresta Nacional (Flona) de Irati. Em vista disso, e considerando a importância da educação ambiental para a conservação dos recursos naturais, estamos montando um diagnóstico ambiental que irá contar com informações das escolas rurais e seus entornos, no Município de Irati, e estabelecer, de forma participativa, propostas de melhorias. Vamos selecionar algumas escolas rurais, próximas a remanescentes de florestas nativas. O diagnóstico ambiental nas escolas foi realizado no ano de 2003 por meio de visitas e entrevistas, e percebeu-se que a maioria dos alunos desconheciam a existência e a utilidade de uma Unidade de Conservação, seja ela Flona ou APA. Os problemas mais comuns diagnosticados foram a presença de erosão e assoreamento de córregos na área da escola ou em seu entorno, a falta de material específico sobre educação ambiental nas bibliotecas e a inexistência de laboratório de ciências ou ecologia, e dessa forma vamos apoiar e levantar os dados sobre a execução das atividades que foram propostas no passado. Entre os pontos fortes de todas as escolas, pode-se destacar o envolvimento nos projetos ambientais, como Agrinho, Feliz Cidade, Editora Base e a existência no entorno das escolas de ambientes propícios para a prática de educação ambiental.Hoje temos que aferir esses dados e atualiza-los para a partir dos conhecimentos obtidos no diagnóstico ambiental rápido das escolas e seu entorno, que foi realizado propõe-se que seja desencadeado um processo contínuo e participativo de educação ambiental, envolvendo alunos, professores, pais e funcionários das escolas e das secretarias municipais, em atividades de treinamento e ações práticas na região em torno da região turística TERRA DOS PINHEIRAIS. Estamos buscando ainda parcerias com grupos e entidades publicas e privadas para apoio na pesquisa e também colaboradores para execução das atividades que serão propostas tanto na area da ecologia, ecoturismo e sustentabilidade.
Regiões turísticas do paraná, TERRA DOS PINHEIRAIS vale a pena desvendar...
É relativamente recente a percepção de que o mundo é uma “colcha de retalhos”, tanto no sentido de suas expressões naturais, como no sentido da diversidade étnico-cultural que ele encerra.
De certo a atividade turística contribuiu para que essa descoberta se desse, na medida em que foi uma das frentes que mais trabalhou para destacar as especificidades geográficas visando bem caracterizar os atrativos de cada lugar do mundo. A imprensa em geral, a televisão, a Internet e a globalização encarregaram-se do resto, ao lado dos estudiosos e dos elos da extensa, complexa e diversificada cadeia dos sempre incansáveis agentes turísticos.
O Brasil também percebeu-se uma “colcha de retalhos”! Há muitos “brasis”, todos extraordinários, cada qual a sua maneira e do seu jeito! Na mesma perspectiva, o Paraná também percebeu-se assim, feito de muitos “paranás”, embora fortemente marcado por características que lhe dão uma notável unidade geográfica e cultural no contexto desse gigante que é o Brasil.
Tanto é verdade que o Paraná, hoje, abriga dez regiões turísticas. Algumas são marcadas por um fato ímpar, inusitado, como são os casos das regiões que abrigam as Cataratas do Iguaçu, ou nossa bela capital, Curitiba. Outras têm a magia da diversidade, enquanto umas poucas o dom do aconchego, do acolhimento, da beleza em cada canto e recanto, com as cores de cada momento, o perfume de cada instante o jeito de ser de cada interlocutor.
É o caso típico da região turística do centro sul paranaense, a “Terra dos Pinheirais”! Ela é muito paranaense, sim, tanto quanto as demais regiões desse belo estado brasileiro, mas é também “única” e levou essa denominação porque foi aqui que gente de muitos lugares do mundo — ucranianos, poloneses, italianos, alemães, portugueses, eslavos, russos e “até” brasileiros — veio construir, com arte, mais do que agradabilíssimos lugares: veio construir um “estado de consciência”.
As florestas de Pinheiro, nossas antiguíssimas araucárias, há mais de 100 anos passados, atraíram colonos por que sua madeira estava sendo extraída “ferozmente” e havia ocupação para todos... da mesma forma como hoje elas são “ferozmente” preservadas e respeitadas, compondo uma paisagem que, dessa maneira, tornou-se mais do que uma lindíssima moldura para todos os seus cantos, recantos e encantos. Tornou-se um testemunho de que seu povo aprendeu a crescer sem negligenciar seu compromisso com a Vida.
É isso que essa terra e sua gente, com seu amabilíssimo jeito de ser e com o dom para fazer de tudo uma obra de arte, querem compartilhar com o mundo todo. O compromisso pela VIDA está garantido: agora só falta você chegar para nos conhecer de perto, ao vivo e à cores!
Nossa região reúne dezenove municípios, a saber:
(01) Fernandes Pinheiro; (02) Guamiranga; (03) Imbituva; (04) Inácio Martins; (05) Irati; (06) Mallet; (07) Prudentópolis; (08) Rebouças; (09) Rio Azul; (10) Teixeira Soares; (11) Antônio Olinto; (12) Bituruna; (13) Cruz Machado; (14) General Carneiro; (15) Paula Freitas; (16) Paulo Frontin; (17) Porto Vitória; (18) São Mateus do Sul, e (19) União da Vitória.
A maioria da população regional está estabelecida no meio rural, muitas vezes em lindos recantos, no meio de paisagens de rara beleza!
Além das universidades estaduais, centros tecnológicos e faculdades privadas que sedia, a economia da Terra dos Pinheirais tem forte compromisso histórico com a madeira e agora se prepara para trocar a cultura do fumo pela produção de orgânicos, entre flores, frutas, ervas medicinais, milho, tubérculos, raízes, legumes e verduras, além de cuidar do desenvolvimento da apicultura, da piscicultura, dos laticínios e do vinho e, naturalmente, do TURISMO SUSTENTÁVEL, em várias de suas modalidades.
Antes de sermos uma soma de dezenove municipalidades, queremos todos ser, também, no contexto paranaense, uma região que se pensa como um todo, no plano de todas as políticas públicas municipais e investimentos privados e que busca nas potencialidades locais instrumentos para a promoção do desenvolvimento da região como um todo, em bases sustentáveis, ou seja, com respeito à Vida, em amplo sentido, com o devido cuidado, portanto, com as dimensões ecológico-ambiental e paisagística, social, cultural e humanitária dessa Vida.
Venha “viver” o centro sul do Estado do Paraná! Venha viver a TERRA DOS PINHEIRAIS!
Governança Regional de Turismo da Terra dos Pinheirais
Fonte: http://www.terradospinheirais.tur.br/a-terra-dos-pinheirais.php
De certo a atividade turística contribuiu para que essa descoberta se desse, na medida em que foi uma das frentes que mais trabalhou para destacar as especificidades geográficas visando bem caracterizar os atrativos de cada lugar do mundo. A imprensa em geral, a televisão, a Internet e a globalização encarregaram-se do resto, ao lado dos estudiosos e dos elos da extensa, complexa e diversificada cadeia dos sempre incansáveis agentes turísticos.
O Brasil também percebeu-se uma “colcha de retalhos”! Há muitos “brasis”, todos extraordinários, cada qual a sua maneira e do seu jeito! Na mesma perspectiva, o Paraná também percebeu-se assim, feito de muitos “paranás”, embora fortemente marcado por características que lhe dão uma notável unidade geográfica e cultural no contexto desse gigante que é o Brasil.
Tanto é verdade que o Paraná, hoje, abriga dez regiões turísticas. Algumas são marcadas por um fato ímpar, inusitado, como são os casos das regiões que abrigam as Cataratas do Iguaçu, ou nossa bela capital, Curitiba. Outras têm a magia da diversidade, enquanto umas poucas o dom do aconchego, do acolhimento, da beleza em cada canto e recanto, com as cores de cada momento, o perfume de cada instante o jeito de ser de cada interlocutor.
É o caso típico da região turística do centro sul paranaense, a “Terra dos Pinheirais”! Ela é muito paranaense, sim, tanto quanto as demais regiões desse belo estado brasileiro, mas é também “única” e levou essa denominação porque foi aqui que gente de muitos lugares do mundo — ucranianos, poloneses, italianos, alemães, portugueses, eslavos, russos e “até” brasileiros — veio construir, com arte, mais do que agradabilíssimos lugares: veio construir um “estado de consciência”.
As florestas de Pinheiro, nossas antiguíssimas araucárias, há mais de 100 anos passados, atraíram colonos por que sua madeira estava sendo extraída “ferozmente” e havia ocupação para todos... da mesma forma como hoje elas são “ferozmente” preservadas e respeitadas, compondo uma paisagem que, dessa maneira, tornou-se mais do que uma lindíssima moldura para todos os seus cantos, recantos e encantos. Tornou-se um testemunho de que seu povo aprendeu a crescer sem negligenciar seu compromisso com a Vida.
É isso que essa terra e sua gente, com seu amabilíssimo jeito de ser e com o dom para fazer de tudo uma obra de arte, querem compartilhar com o mundo todo. O compromisso pela VIDA está garantido: agora só falta você chegar para nos conhecer de perto, ao vivo e à cores!
Nossa região reúne dezenove municípios, a saber:
(01) Fernandes Pinheiro; (02) Guamiranga; (03) Imbituva; (04) Inácio Martins; (05) Irati; (06) Mallet; (07) Prudentópolis; (08) Rebouças; (09) Rio Azul; (10) Teixeira Soares; (11) Antônio Olinto; (12) Bituruna; (13) Cruz Machado; (14) General Carneiro; (15) Paula Freitas; (16) Paulo Frontin; (17) Porto Vitória; (18) São Mateus do Sul, e (19) União da Vitória.
A maioria da população regional está estabelecida no meio rural, muitas vezes em lindos recantos, no meio de paisagens de rara beleza!
Além das universidades estaduais, centros tecnológicos e faculdades privadas que sedia, a economia da Terra dos Pinheirais tem forte compromisso histórico com a madeira e agora se prepara para trocar a cultura do fumo pela produção de orgânicos, entre flores, frutas, ervas medicinais, milho, tubérculos, raízes, legumes e verduras, além de cuidar do desenvolvimento da apicultura, da piscicultura, dos laticínios e do vinho e, naturalmente, do TURISMO SUSTENTÁVEL, em várias de suas modalidades.
Antes de sermos uma soma de dezenove municipalidades, queremos todos ser, também, no contexto paranaense, uma região que se pensa como um todo, no plano de todas as políticas públicas municipais e investimentos privados e que busca nas potencialidades locais instrumentos para a promoção do desenvolvimento da região como um todo, em bases sustentáveis, ou seja, com respeito à Vida, em amplo sentido, com o devido cuidado, portanto, com as dimensões ecológico-ambiental e paisagística, social, cultural e humanitária dessa Vida.
Venha “viver” o centro sul do Estado do Paraná! Venha viver a TERRA DOS PINHEIRAIS!
Governança Regional de Turismo da Terra dos Pinheirais
Fonte: http://www.terradospinheirais.tur.br/a-terra-dos-pinheirais.php
Colonização do Paraná pelos Povos Europeus diversidade de costumes e cultura
As primeiras movimentações de colonizadores no estado do Paraná tiveram início no século XVI, quando diversas expedições estrangeiras percorreram a região à procura de madeira de lei. No século XVII, portugueses e paulistas começaram a ocupar a região, a partir da descoberta de ouro e à procura de índios para o trabalho escravo. A mineração, no entanto, foi legada a segundo plano pelos colonizadores, que se dirigiram em maior número às terras de Minas Gerais(7). Até o século XVIII, existiam apenas duas vilas na região: Curitiba e Paranaguá. Esse processo retardou a ocupação definitiva da área, que pertenceu à província de São Paulo até meados do século XIX, com sua economia baseada na pecuária. Logo após de conquistada sua autonomia, em 1853, teve início um programa oficial de imigração européia para a região, principalmente de poloneses, alemães e italianos.
Os poloneses formam o grupo mais numeroso de imigrantes do Paraná. Eles começaram a chegar em 1871, distribuindo-se principalmente pelos arredores de Curitiba e pelo centro-sul do estado, formando colônias em Mallet, Cruz Machado, São Matheus do Sul, Irati e União da Vitória.
Embora também sejam eslavos, os ucranianos diferenciam-se dos poloneses pela língua, costumes e origem histórica. Povo agrícola, começaram a chegar em 1891, trazendo o estilo bizantino de suas igrejas, seus trajes bordados, comidas e danças típicas. Em Santa Catarina, os descendentes de eslavos habitam cidades próximas à fronteira com o Paraná, como São Bento do Sul e Mafra.
Instalados desde 1911 na região de Castro, no Paraná, os holandeses conseguiram destaque com a industrialização de derivados do leite. Seus principais núcleos estão localizados em Carambei, Castrolândia e Arapoti, mas eles são poucos numerosos, assim como outras etnias de origem germânica, como austríacos e suíços.
Treze Tílias, em Santa Catarina, é uma exceção. A cidade é formada quase que exclusivamente por austríacos e seus descendentes, possui arquitetura típica e até um consulado daquele país.
Os povos anglo-saxões são representados pelos ingleses, que chegaram ao Paraná no início do século XX para a instalação de ferrovias na região norte do estado e deixaram alguns descendentes na região de Londrina.
Atualmente, os japoneses são os que mais imigraram para o Brasil. O início da sua entrada no país data de 1908, acentuando-se a partir de 1920 e depois da segunda guerra mundial.
Destinaram-se inicialmente a fazendas de café no Norte do Paraná, mas depois espalharam também colônias no litoral, principalmente em Paranaguá, Morretes e Cacatu. Em Santa Catarina, 30 famílias de japoneses vivem no município de Frei Rogério, onde cultivam hortaliças e as tradições do seu país.
A reunião de todas estas etnias, ao longo dos séculos, compôs a alma do moderno habitante da Região Sul. Um ser humano ainda hoje pouco definido, multifacetado, que aos poucos vai criando uma identidade única, destacando a terra onde vivem no canário nacional. São eles os responsáveis diretos pela inquestionável diferença cultural, econômica e social existente entre a Região Sul e o restante do país, arautos e engrenagens propulsoras de um Brasil diferente.
A Região Sul teve sua formação étnica complementada por uma infinidade de outras raças, que embora em proporções bem mais reduzidas que os portugueses, alemães e italianos, contribuíram a seu modo para a consolidação do espírito progressista que hoje caracteriza os três estados sulinos.
Fonte: http://analgesi.co.cc/html/t23278.html
Os poloneses formam o grupo mais numeroso de imigrantes do Paraná. Eles começaram a chegar em 1871, distribuindo-se principalmente pelos arredores de Curitiba e pelo centro-sul do estado, formando colônias em Mallet, Cruz Machado, São Matheus do Sul, Irati e União da Vitória.
Embora também sejam eslavos, os ucranianos diferenciam-se dos poloneses pela língua, costumes e origem histórica. Povo agrícola, começaram a chegar em 1891, trazendo o estilo bizantino de suas igrejas, seus trajes bordados, comidas e danças típicas. Em Santa Catarina, os descendentes de eslavos habitam cidades próximas à fronteira com o Paraná, como São Bento do Sul e Mafra.
Instalados desde 1911 na região de Castro, no Paraná, os holandeses conseguiram destaque com a industrialização de derivados do leite. Seus principais núcleos estão localizados em Carambei, Castrolândia e Arapoti, mas eles são poucos numerosos, assim como outras etnias de origem germânica, como austríacos e suíços.
Treze Tílias, em Santa Catarina, é uma exceção. A cidade é formada quase que exclusivamente por austríacos e seus descendentes, possui arquitetura típica e até um consulado daquele país.
Os povos anglo-saxões são representados pelos ingleses, que chegaram ao Paraná no início do século XX para a instalação de ferrovias na região norte do estado e deixaram alguns descendentes na região de Londrina.
Atualmente, os japoneses são os que mais imigraram para o Brasil. O início da sua entrada no país data de 1908, acentuando-se a partir de 1920 e depois da segunda guerra mundial.
Destinaram-se inicialmente a fazendas de café no Norte do Paraná, mas depois espalharam também colônias no litoral, principalmente em Paranaguá, Morretes e Cacatu. Em Santa Catarina, 30 famílias de japoneses vivem no município de Frei Rogério, onde cultivam hortaliças e as tradições do seu país.
A reunião de todas estas etnias, ao longo dos séculos, compôs a alma do moderno habitante da Região Sul. Um ser humano ainda hoje pouco definido, multifacetado, que aos poucos vai criando uma identidade única, destacando a terra onde vivem no canário nacional. São eles os responsáveis diretos pela inquestionável diferença cultural, econômica e social existente entre a Região Sul e o restante do país, arautos e engrenagens propulsoras de um Brasil diferente.
A Região Sul teve sua formação étnica complementada por uma infinidade de outras raças, que embora em proporções bem mais reduzidas que os portugueses, alemães e italianos, contribuíram a seu modo para a consolidação do espírito progressista que hoje caracteriza os três estados sulinos.
Fonte: http://analgesi.co.cc/html/t23278.html
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A Educação Ambiental no Ecoturismo
O Ecoturismo é uma ótima ferramenta para despertar sentimentos preservacionistas tão importantes nos dias de hoje, fazendo com que os indivíduos cuidem melhor do (seu) meio ambiente e assim colaborem para uma melhora coletiva na qualidade de vida.
Neste sentido, a Educação Ambiental sempre se apresenta como um dos benefícios gerados por projetos ecoturísticos que realmente se preocupam com a preservação, os quais buscam uma realidade mais sustentável através de ações pontuais.
Muitas organizações admitem fazer Educação Ambiental com variadas técnicas e formatos. A maioria delas crêem que a melhor forma de se educar ambientalmente é transformar o cenário natural em sala de aula, bombardeando o ecoturista com informações, muitas vezes, abstratas a ele e sem real sentido de maneira maçante.
Para Zysman Neiman, presidente da Physis - Cultura & Ambiente, Educação Ambiental é uma maneira de formar cidadãos conscientes de sua relação com a natureza e com seu hábitat. Diante disso, conclui-se que ela, independentemente da metodologia, deve primar pela formação de pessoas conscientes de seu papel e de sua relação com o meio ambiente, de forma com que busquem a sustentabilidade, através do uso racional dos recursos naturais, para que tanto esta quanto as futuras gerações possam também deles usufruir.
Acreditamos que para se despertar a paixão pela natureza há que, antes de tudo, deixar despertar e envolver todos os sentidos livremente, para que realmente se integre com o meio natural. Um ótimo instrumento de Educação Ambiental capaz de proporcionar essa sinestesia e liberdade é a Interpretação Ambiental vista por Salgado, 2000 como uma “uma atividade educacional que aspira revelar os significados e relações por meio do uso de objetos originais, através de experiências de primeira mão e por meios ilustrativos, no lugar de simplesmente comunicar informação literalmente”.
Fonte:http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/turismo/a-educacao-ambiental-no-ecoturismo-1039.asp
Neste sentido, a Educação Ambiental sempre se apresenta como um dos benefícios gerados por projetos ecoturísticos que realmente se preocupam com a preservação, os quais buscam uma realidade mais sustentável através de ações pontuais.
Muitas organizações admitem fazer Educação Ambiental com variadas técnicas e formatos. A maioria delas crêem que a melhor forma de se educar ambientalmente é transformar o cenário natural em sala de aula, bombardeando o ecoturista com informações, muitas vezes, abstratas a ele e sem real sentido de maneira maçante.
Para Zysman Neiman, presidente da Physis - Cultura & Ambiente, Educação Ambiental é uma maneira de formar cidadãos conscientes de sua relação com a natureza e com seu hábitat. Diante disso, conclui-se que ela, independentemente da metodologia, deve primar pela formação de pessoas conscientes de seu papel e de sua relação com o meio ambiente, de forma com que busquem a sustentabilidade, através do uso racional dos recursos naturais, para que tanto esta quanto as futuras gerações possam também deles usufruir.
Acreditamos que para se despertar a paixão pela natureza há que, antes de tudo, deixar despertar e envolver todos os sentidos livremente, para que realmente se integre com o meio natural. Um ótimo instrumento de Educação Ambiental capaz de proporcionar essa sinestesia e liberdade é a Interpretação Ambiental vista por Salgado, 2000 como uma “uma atividade educacional que aspira revelar os significados e relações por meio do uso de objetos originais, através de experiências de primeira mão e por meios ilustrativos, no lugar de simplesmente comunicar informação literalmente”.
Fonte:http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/turismo/a-educacao-ambiental-no-ecoturismo-1039.asp
domingo, 26 de junho de 2011
A Natureza aclama sua ajuda.
A Natureza aclama sua ajuda.
'Quando a última árvore...
...tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe for pescado,
vocês vão entender que dinheiro não se come.
Nesse último século, o meio ambiente sofreu uma grande e acelerada transformação. E muitas dessas alterações na natureza são praticamente irreversíveis a curto ou médio prazo. Se continuarmos com o mesmo ritmo de desenvolvimento, sem procurarmos estabelecer limites ao manejo e à preservação dos recursos ambientais, a qualidade de vida no planeta diminuirá drasticamente.
Alguns dados alarmantes sobre o meio ambiente:
Entre dois e sete milhões de pessoas sofrerão anualmente com inundações, principalmente nas áreas costeiras, onde a pressão demográfica aumenta, e nos grandes deltas da África ocidental, da Ásia e do Mississipi. As populações pobres, incluindo as dos países desenvolvidos, serão as mais vulneráveis à mudança climática.
Antes do ano 2080, estimam os especialistas no documento de 1400 páginas, até 3,2 milhões de pessoas estarão expostos a uma severa escassez de água e 600 milhões à fome por causa das secas e da degradação e salinização do solo.
Os cientistas advertiram que o aquecimento afetará todas as formas de vida na Terra. "Entre 20 e 30 por cento das espécies vegetais e animais terão um risco crescente de extinção se o aumento da temperatura mundial se situar entre 1,5 e 2,5 graus centígrados por comparação a 1990", advertiu o IPCC.
A incidência de furacões nível 5 tem aumentado consideravelmente. Em 2005, somente em torno do Oceano Atlântico, foram registrados 15 do tipo;
Nas últimas décadas, a média da temperatura mundial foi elevada em 0,7°C. No sul do Brasil, o aumento foi de 1,4°C;
Em 2005, aconteceram 360 desastres naturais, um aumento de 18% em relação a 2004; Em 25 anos, 620 mil mortes foram registradas em virtudes de desastres naturais. Desmatamentos e queimadas lançam, anualmente, mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera;
Entre 2002 e 2005, a Amazônia perdeu 70.000km² de seu território em virtude de desmatamentos e queimadas indiscriminadas;
Até o final do século, prevê-se um aumento de até 7°C na temperatura da região semiárida do nordeste brasileiro;
Atualmente, cerca de 1,2 bilhão de pessoas se encontra no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões;
Nos próximos 50 anos, o nível do mar deve subir entre 30 e 80cm, devido ao derretimento das calotas polares;
O aumento de temperatura registrados nos últimos 50 anos foi de 3°C;
O Brasil é quarto maior poluidor do planeta;
Nos últimos 12 anos, na Antártica já foram perdidos 14km² de gelo;
O prejuízo estimado com os desastres ambientais dos últimos 10 anos é de 570 bilhões de dólares;
FONTE:http://www.planetavoluntarios.com.br/divulgue_essa_ideia/
Por Marcio Demari
PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !
http://www.planetavoluntarios.com.br
A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!
'Quando a última árvore...
...tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe for pescado,
vocês vão entender que dinheiro não se come.
Nesse último século, o meio ambiente sofreu uma grande e acelerada transformação. E muitas dessas alterações na natureza são praticamente irreversíveis a curto ou médio prazo. Se continuarmos com o mesmo ritmo de desenvolvimento, sem procurarmos estabelecer limites ao manejo e à preservação dos recursos ambientais, a qualidade de vida no planeta diminuirá drasticamente.
Alguns dados alarmantes sobre o meio ambiente:
Entre dois e sete milhões de pessoas sofrerão anualmente com inundações, principalmente nas áreas costeiras, onde a pressão demográfica aumenta, e nos grandes deltas da África ocidental, da Ásia e do Mississipi. As populações pobres, incluindo as dos países desenvolvidos, serão as mais vulneráveis à mudança climática.
Antes do ano 2080, estimam os especialistas no documento de 1400 páginas, até 3,2 milhões de pessoas estarão expostos a uma severa escassez de água e 600 milhões à fome por causa das secas e da degradação e salinização do solo.
Os cientistas advertiram que o aquecimento afetará todas as formas de vida na Terra. "Entre 20 e 30 por cento das espécies vegetais e animais terão um risco crescente de extinção se o aumento da temperatura mundial se situar entre 1,5 e 2,5 graus centígrados por comparação a 1990", advertiu o IPCC.
A incidência de furacões nível 5 tem aumentado consideravelmente. Em 2005, somente em torno do Oceano Atlântico, foram registrados 15 do tipo;
Nas últimas décadas, a média da temperatura mundial foi elevada em 0,7°C. No sul do Brasil, o aumento foi de 1,4°C;
Em 2005, aconteceram 360 desastres naturais, um aumento de 18% em relação a 2004; Em 25 anos, 620 mil mortes foram registradas em virtudes de desastres naturais. Desmatamentos e queimadas lançam, anualmente, mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera;
Entre 2002 e 2005, a Amazônia perdeu 70.000km² de seu território em virtude de desmatamentos e queimadas indiscriminadas;
Até o final do século, prevê-se um aumento de até 7°C na temperatura da região semiárida do nordeste brasileiro;
Atualmente, cerca de 1,2 bilhão de pessoas se encontra no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões;
Nos próximos 50 anos, o nível do mar deve subir entre 30 e 80cm, devido ao derretimento das calotas polares;
O aumento de temperatura registrados nos últimos 50 anos foi de 3°C;
O Brasil é quarto maior poluidor do planeta;
Nos últimos 12 anos, na Antártica já foram perdidos 14km² de gelo;
O prejuízo estimado com os desastres ambientais dos últimos 10 anos é de 570 bilhões de dólares;
FONTE:http://www.planetavoluntarios.com.br/divulgue_essa_ideia/
Por Marcio Demari
PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !
http://www.planetavoluntarios.com.br
A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Desenvolver da hotelaria no Brasil...
Surgiu nos meados do século XVI com a casa anchieta 1° alojamento em São Paulo que servia de alojamentos para religiosos,já no período colonial.
Na revolução industrial que se inicia atividades de meios de hospedagens com fins lucrativos com estalagens e casa de pastos no Rio de Janeiro. Com a escassez de meios de hospedagens nos meados do século XIX e XX o governo lança um decreto motivando empreendedores nas instalações de seus meios de hospedagens com o incetivo fiscal que isentava os mesmos por 7 anos. Assim as primeiras casa de hospedagem em São Paulo se tornam Hoteis no final do século XX, como Marco paulista a criação do Hotel Térmicos. Na década de XXX surge também como marco histórico o COPACABANA HOTEL no Rio de Janeiro em 1923, se tornando nos dias de hoje parte da cadeia Hoteleira Inglesa Orient-Express em 1989.Então no inicio da decada de 60 vem ao brasil as cadeias internacionais como o Hostel desenvolvendo o turismo social em quasrtos individuais ou coletivos. O sistema de classificação hoteleira surge a partir da decada de 70 apoiada por uma matriz que ja vinha sendo utilizada internacionalmente e hoje adaptadas nos diversos empreendimentos que operam no setor.
Na revolução industrial que se inicia atividades de meios de hospedagens com fins lucrativos com estalagens e casa de pastos no Rio de Janeiro. Com a escassez de meios de hospedagens nos meados do século XIX e XX o governo lança um decreto motivando empreendedores nas instalações de seus meios de hospedagens com o incetivo fiscal que isentava os mesmos por 7 anos. Assim as primeiras casa de hospedagem em São Paulo se tornam Hoteis no final do século XX, como Marco paulista a criação do Hotel Térmicos. Na década de XXX surge também como marco histórico o COPACABANA HOTEL no Rio de Janeiro em 1923, se tornando nos dias de hoje parte da cadeia Hoteleira Inglesa Orient-Express em 1989.Então no inicio da decada de 60 vem ao brasil as cadeias internacionais como o Hostel desenvolvendo o turismo social em quasrtos individuais ou coletivos. O sistema de classificação hoteleira surge a partir da decada de 70 apoiada por uma matriz que ja vinha sendo utilizada internacionalmente e hoje adaptadas nos diversos empreendimentos que operam no setor.
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